O ministro do Supremo Tribunal
Federal (STF) Alexandre de Moraes manteve as prisões preventivas
dos réus condenados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson
Gomes.
De acordo com a decisão, proferida nesta
segunda-feira (25), seguem presos o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado
do Rio de Janeiro (TCE-RJ), Domingos Brazão; o ex-chefe da Polícia Civil do
Rio, Rivaldo Barbosa; o major reformado da Polícia Militar, Ronald Paulo Alves
Pereira; e o ex-assessor de Domingos Brazão, Robson Calixto Fonseca.
O deputado cassado Chiquinho Brazão
segue em prisão domiciliar, devido a problemas de saúde.
Na decisão, Moraes pontuou que a
ausência de fatos novos justifica a manutenção das prisões preventivas.
“Não houve nenhum fato superveniente que
alterasse a situação processual analisada pela Primeira Turma no momento do
julgamento da ação penal”, afirmou o ministro.
Os envolvidos no crime de Marielle e
Anderson, assassinados em março de 2018, foram condenados pela Primeira Turma
do STF em fevereiro de 2025. As penas serão cumpridas após o esgotamento dos
recursos.
Os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho
Brazão foram condenados a 76 anos de prisão. Ronald Paulo Alves Pereira,
Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior e Robson Calixto Fonseca também foram
sentenciados, com 56, 18 e 9 anos de prisão, respectivamente.



